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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Qui Out 24, 2013 10:39 pm
Eu percebi aquilo que li no geral mas ainda vejo muito nevoeiro, incapaz de prever o que pode vir a acontecer. Daí eu dizer que estou ansiosa pela 2ª parte para "perceber tudo" nesse sentido!

Isto de ter a história dividida em 2 partes facilita em termos de leitura mas a curiosidade é tanta!!! Queria saber tudo já Razz
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Qui Out 24, 2013 10:42 pm
Eu sei o que acontece!! Twisted Evil Twisted Evil Twisted Evil 

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Qui Out 24, 2013 10:42 pm
Magy, pára de ser má pessoa Sad
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Qui Out 24, 2013 10:43 pm
Magy, também quero a tua opinião. Boa ou má, lança-a. geek
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Qui Out 24, 2013 10:44 pm
:O
Não sou nada disso! Só disse que sei o que se vai passar a seguir! E é tão... wooow!

Depois de apresentar a segunda parte. Tenho medo que deixe escapar alguma coisa que não deva.


Última edição por Magy em Qui Out 24, 2013 10:44 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Qui Out 24, 2013 10:44 pm
Mal posso esperar Very Happy

Letras 2 começa em grande!
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Sex Out 25, 2013 11:17 pm
Já li ontem de manhã, mas ao final da tarde quando ia dar a minha opinião o meu pc autodesligou-se e depois fiquei sem tempo. Enfim.

Gostei, sem dúvida melhor que a tua história da 1ª edição. Menos confusa, escrita brutal e muito mais intrigante. Gosto do facto de ser na primeira pessoa, mas e aqui o meu único senão é que sendo na 1ª pessoa o personagem devia explicar algumas coisas (sentimentos e acontecimentos) de forma mais aprofundada para ficarem melhor justificadas, mas também isto não podia ficar gigantesco e maçudo, por isso nem é algo que prejudique o desenrolar da história. É a minha opinião. Razz Mas está bem bom! Venha a 2ª parte!

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Sab Out 26, 2013 1:01 am
Obrigado João. Fico contente com o feed-back.
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Sab Out 26, 2013 9:35 pm


A segunda parte de Nada a Perder já está disponível!
É só clicar na imagem para continuar a ler!



[cliquem na imagem para lerem o livro]


Espero que gostem e comentem!

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 12:05 am
Já li a segunda parte. Bem, uma coisa conseguiste, surpreender :O
Acho que a conversa em si foi um bocado forçada, acho que o choque de serem pai e filha não os faria ter uma conversa tão tu-cá-tu-lá de imediato como tiveram, muito menos depois de terem feito sexo um com o outro. Acho que seria um choque que os faria ter uma reação mais forte. Mas eu compreendo perfeitamente, na minha história também tive dificuldade em não "forçar" as coisas, por causa do limite de páginas. Também estava à espera de um encontro com o Alberto ou de uma vingança, mas fui surpreendido Razz Gostei do final, conseguiste fazer uma conclusão com uma moral, coisa que nem sempre se consegue.
xD
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 12:52 am
Obrigado. Smile  E compreendo o que queres dizer em relação aos momentos depois da descoberta.

Vá, toca a ler e comentar! Não custa nada.
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 1:28 am
Amanhã eu faço o meu comentário!

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 4:16 pm
É preciso amarrar-vos com uma corda para lerem a história? Smile
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 4:25 pm
Agora já posso comentar sem correr o risco de falar do que não devia...

Em primeiro lugar, acho que é uma história mais pensada, mais estruturada e muito melhor que a primeira. Nota-se que preferiste deixar os floreados (que qb eu até gosto) de parte e te focaste mais na história e em contar a história.

O facto de ser escrita na primeira facilita bastante em algumas partes, contudo temos que ter cuidado nas descrições dentro dos diálogos. Quando ele conta a história do acidente ao amigo e depois à filha o diálogo dele é demasiado literário, ninguém descreve um acontecimento daquela forma. É muito formal para diálogo. Temos que ter cuidado nessa parte. A solução é cortar o diálogo a meio e por a personagem a "falar" com o leitor como uma descrição normal. Eu achei a descrição do acidente muito impessoal, no entanto bem escrita para uma descrição simples.

Gostei da reviravolta. Adorei o facto improvável de ele pinar com uma adolescente que, meia hora depois, descobre que é a filha dele. Mentalmente é uma coisa fantástica de se escrever e de contar em história. A dualidade da consciência, se por um lado ele não sabia que ela era filha, por outro não vai conseguir apagar o facto de ter comido a própria filha como se ela fosse mais uma. (e já estou a divagar)... É pena ser uma short story e não ter espaço para tudo.

Achei a aceitação da Margarida, em relação à história toda, muito fácil. Descobre que afinal o pai não morreu, que acabou de ter sexo com ele, que a mãe lhe mentiu e a privou de crescer com o pai, mas nada disso conta. É como se lhe dissessem "olha, o céu é azul!" e ela tipo "ok!". Lá está, a história é pequena e tem de se encurtar, no entanto escreveste 8 páginas de Word e eu dei um máximo de 10, e se fosse mesmo necessário podia estender mais duas ou três. Nesse sentido podias ter levado as coisas com mais calma e sem reacções tão rapidamente forçadas.
Ainda no âmbito das reacções, a dele também é demasiado fácil. Quando digo fácil é no sentido que também ele aceita os factos demasiado bem. Foi abandonado pela namorada, privado do crescimento da filha (que comeu) e depois é como se lhe dissessem também que o céu é azul. Quando tem aquele peso pelo que se passou no wc e a filha lhe diz para esquecer, ele de facto parece que esquece. E parece que aquele homem frio e distante que aparece ao início da história não tem qualquer fundamento porque ele deixa de o ser em 3 segundos. Ok, encontrou a filha e sabe que a ex está doente, mas isso não apaga o sofrimento pelo qual ele passou.
Se calhar sou eu que sou mais "egoísta" e não consigo perceber essa facilidade toda.

De resto o "saldo" é positivo, a sério que sim. Apesar de não parecer. Gostei da história e tenho pena de não haver espaço para ser mais desenvolvida porque realmente merecia.

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 5:21 pm
Obrigado Magy. Sabes que agora, ao reler, sinto exatamente o mesmo que tu. As reações deveriam ter sido melhor pensadas. Creio que me preocupei demasiado com o facto de os leitores pensarem que era uma história longa demais. Smile
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 5:58 pm
Eu também penso que muita coisa da minha história do Letras 1 podia ter sido melhor justificada, não te preocupes muito com isso. É verdade que as coisas foram algo precipitadas, mas esta história está beeeeeeem melhor que a anterior, não estava mesmo à espera daquela reviravolta, excelente ideia. Wink Uma boa história e uma escrita excelente! Parabéns Samuel. Smile

(O formato livro é tão bom, lê-se muito melhor! Pessoal não se acanhem e apoiem o Letras. Leiam e comentem.)

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 6:16 pm
Está lida.

Eu não gostei desta segunda parte, fiquei um bocadinho desiludido.  Eu acho que há vários acontecimentos a acontecer (passo a redundância) e nenhum é resolvido.

Concordo com a Magy quando ela diz que tudo foi aceite muito bem por ambas as partes, pensei o mesmo que ela. Fui para a cama com a minha filha? OK!
Descobri que a minha mulher fugiu? OK!

Acho que houve muitas pontas soltas! Mas a reviravolta deu-se no momento certo e foi muito bem pensada. Ninguém estava a espera que aquilo acontecesse!

Contudo acho que a nível de escrita está muito boa, como não seria de esperar. Os floreados que gostas de dar ao texto, como no primeiro (e passando agora a fazer uma comparação), não estiveram tão presentes. Foste mais real e factual.

Parabéns! Smile

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Dom Out 27, 2013 7:04 pm
Obrigado aos dois. Smile
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Seg Nov 04, 2013 10:37 am
Bem... A minha opinião vai ser um bocado forçada porque , ao contrário do que costumo fazer, já li as opiniões dos outros. Não gosto de fazê-lo para não sofrer influências, mas desta vez, não percebo porquê, comecei a ler e fui lendo...

Bem, em primeiro lugar, Samuel, por mais que me custe e por mais que me custe também que ninguém tenha reparado nisso, tenho que te apontar um erro grave a nível gramatical logo na primeira página:

"Há que ir luta, lutar pelo que foi perdido[...]"

O que é que há? só há uma vez que é no início da frase: Há que ir. Onde/A quê? à luta Smile

A nível da história... Bem, gosto da forma como escreves, da maneira como articulas as frases, da melodia que pões na escrita. Já te disse que me fazes lembrar o Tiago Rebelo. Mas esta história, na minha opinião reflecte um certo fracasso que se experimenta ao querer contar muito em pouca escrita, em poucas páginas. Isto seria história para desenvolver em coisa de 100 páginas, mais ou menos. Assim, acabou por ser tudo descrito muito às três pancadas. Podias ter aprofundado mais os sentimentos interiores dele em vez de teres citado a discussão com o Alexandre. De que adiantou aquela discussão no meio da história? De que adiantou sabermos que o Alexandre, chefe do Gonçalo, matou um homem, que era o antigo patrão deles, no passado? E o caso do Gonçalo com a mulher do Alberto?

Isso poderia interessar se a história fosse maior, se houvesse mais desenvolvimento. Desta forma ficou ali a mais. Porque é a tal coisa: a história já é pequena para falar da fobia do Gonçalo e do reencontro com a filha, da sua vida sem sentido depois do coma e de ter perdido a namorada e a filha de vista. A história já é pequena, ou o limite que é dado já é pequeno, para desenvolver o núcleo central. Se ainda se começa a gastar páginas com histórias secundárias que nem sequer contribuem em nada para o núcleo central.

A história está centrada no medo do Gonçalo e da necessidade de começar de novo. Se a história fosse maior, até para desanuviar o leitor, podiam introduzir-se história secundárias, mas assim acho que só prejudicam.

Gostei do choque mas parece que o choque foi só para o leitor. As personagens estiveram-se a borrifar para serem pai e filha e terem feito sexo Laughing Laughing Laughing Das duas uma: ou o mundo está mesmo perdido e eu finalmente estou a envelhecer e não acompanhei a evolução dos tempos e hoje em dia faz-se sexo assim na boa com o pai , com o irmão , com toda a gente; ou então foi mais uma falha do limite de páginas. Como tinha que se acabar a história, não havia tempo nem espaço para grandes dramas. Mas então, nesse caso, não se criavam. O incesto, penso que, ainda é uma questão muito delicada. E, a meu ver, é bom que continue a ser, senão qualquer dia, perdem-se todos os valores morais e banaliza-se o sexo com familiares de tal maneira que os familiares não têm um lugar específico na nossa vida: o lugar de pai, de irmão, de filho....

Assim sendo, ir buscar um tema tão delicado como o incesto para uma história tão pequena, quando não se pode depois desenvolver e há que dar um final feliz , é complicado e pode mesmo dar a ideia de banalidade.

Se em vez de ter havido sexo assim sem mais nem menos, ele tivesse descoberto, quando foi procurá-la à casa de banho, que ela estava a fumar um charro ou a provocar o vómito e depois tivesse descoberto que era pai dela, a meu ver, teria sido melhor, porque ficaria com uma responsabilidade de pai, uma preocupação, sem haver aquela mancha do incesto. Porque é assim: Um homem que tem um trauma tão forte, a ponto de nunca mais ter andado de avião e tem uma forte dor associada por ter perdido de vista a namorada e a filha, ao ponto de nunca mais se deixar envolver de forma profunda por ninguém, descobre que acabou de fazer sexo com a própria filha e... É na boa? Bom, o vencer a fobia levou tudo! Mais do que devia de ter levado! :lol :lol Laughing

Mais ainda: Fui despedido? Fui! Laughing Laughing Laughing ... Na boa, mais uma vez, há trabalho aos pontapés...

Tinha dado uma boa história se tivesse sido desenvolvida. Assim, acabou por ter temas fortes demais para tão poucas páginas. É o que dá as pessoas quererem escrever pouco.

Mas ainda assim daria nota positiva a esta história, pela forma como está escrita, principalmente a primeira parte, quando ainda nãos e nota muita pressa de acabar. Gosto da forma como articulas e como descreves os sentimentos. Por isso mesmo, cá está: o Gonçalo parecia ter sentimentos profundos e depois parece que tudo se vai com a fobia Smile

Continua porque tu está no bom caminho, acho eu. Mas se tens pouco espaço de manobra, não o gastes com assuntos demasiado delicados ou com histórias secundárias que não trazem nada de novo à história central Wink
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Seg Nov 04, 2013 11:02 am
Já que a São fala do limite de páginas, quero deixar claro que por mim não existiria limite. Contundo tenho a noção que quanto maior for a história menos interesse dá à maioria das pessoas. Muito texto afasta quem não tem hábito e gosto de ler.
Para além disso, o desafio passa também por tentar contar algo interessante em poucas páginas.

Quanto ao comentário da São sobre a história, estou totalmente de acordo. Principalmente, como referi no meu comentário, com a reacção demasiado leve e distante ao que aconteceu entre eles.

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Seg Nov 04, 2013 11:20 am
Precisamente pelo limite de páginas é que eu nunca me meti num projecto destes. Laughing Laughing Laughing Porque eu, provavelmente, com limite de páginas faria muito pior! Laughing

Por isso mesmo, se há limite de páginas, não se pode ir buscar temas demasiado complexos, visto que depois, como não se podem desenvolver, ficam assim tratados de forma aparentemente banal.

Temas como a droga ou a bulimia também são complexos, mas dariam uma responsabilidade ao pai, sem aquela mancha de culpa do incesto. Ora, ele já fica com a culpa por ela ser menor... Imagine-se depois, sabendo que essa menor era filha dele! Mas isso não aconteceu, parece que assim como desapareceu o medo de andar de avião, desapareceu tudo! Laughing Laughing Laughing ... Mas não: o que acontece é que, como há limite de páginas, o autor tinha que acabar e não se podia pôr com mais dramas. De modo que, se tivesse ido buscar um tema com uma complexidade diferente, as coisas não iriam parecer tão levianas Smile
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Seg Nov 04, 2013 11:36 am
O limite que dei foram de 10 páginas. O Samuel usou apenas 7 páginas e 6 linhas da 8ª página. Para além de ter mais 3 páginas à vontade dele, podia ainda, caso precisasse, escrever até às 12/13 páginas. A do NF tem 12 páginas de Word, por exemplo. A do Clima tem 11.
O limite que eu dou é para os escritores se regularem e limitarem os acontecimentos da história. Para perceberem que não pode ser uma coisa super elaborada. No entanto não recuso, nem nunca recusei, nenhum história por excesso de páginas. Claro que se me apresentassem uma com 20 pág, iria para trás. Já é uma diferença demasiado elevada, mas até à 13/14 páginas não há qualquer problema.

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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Seg Nov 04, 2013 12:08 pm
Magy escreveu:Já que a São fala do limite de páginas, quero deixar claro que por mim não existiria limite. Contundo tenho a noção que quanto maior for a história menos interesse dá à maioria das pessoas. Muito texto afasta quem não tem hábito e gosto de ler.
Para além disso, o desafio passa também por tentar contar algo interessante em poucas páginas.

Quanto ao comentário da São sobre a história, estou totalmente de acordo. Principalmente, como referi no meu comentário, com a reacção demasiado leve e distante ao que aconteceu entre eles.
Quem não tem hábito e gosto de ler, acho que não lê e pronto, nem que fosse 1 página!
E eu, próprio, confesso que era para ler uma das histórias, ou mesmo todas, e não me está a apetecer xD. E eu, tenho, hábito de ler e gosto, não é por aí. Dou alguns erros ortográficos, devido à pressa de escreve no computador. Mas na folha de papel, propriamente dita, não dou, só se fizer confusão por exemplo com o "há" e "à" mas rapidamente deteto a gralha.
Quanto ao limite de páginas, eu sou da opinião que depende muito da imparcialidade do narrador ou parcialidade, dependendo do tipo de narrador, com a inserção de comentários e descrições, que ocupam grande parte da história. Depois, como é claro, os factos tem de estar bem claros e coesos, o que ajuda a ocupar ainda mais páginas. Se não tiver bem explícito uma mínima coisa que seja, pode prejudicar toda a história.


Última edição por browns em Seg Nov 04, 2013 12:18 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Seg Nov 04, 2013 12:12 pm
Pois, eu percebo que ele, com medo de ultrapassar o limite, tenha pecado por defeito e rematado.

Eu sei que é muito fácil criticar o trabalho dos outros. Vemos sempre defeitos que não vemos no nosso trabalho (pois se víssemos não os deixávamos lá!). Mas para isso, lá estão os outros. Por isso é que as críticas são sempre boas e ajudam em próximas oportunidades. Uns vêem os defeitos dos outros, os outros vêem os deles e assim as pessoas vão melhorando Smile

Eu já escrevi uma vez um conto que mandei para o Lud, mas eu própria não estava contente com ele, precisamente porque, pelo limite de páginas, também deixei as coisas ficarem no ar, com aspecto de leviandade e superficialidade... Ele e o Eduardo (que foi quem também me tinha pedido o conto) devem ter achado tão mau que nem sequer feedback me deram...lol... Nunca mais soube o que foi feito desse conto e, como entretanto apanhei um vírus e tive que formatar o computador, o conto foi por água abaixo e não o tenho. Apesar de o achar muito fraquinho, gostava de ter ficado com ele para recordação Smile ... Assim, perdi-o... Paciência... Mas nunca mais pensei em escrever mais nada porque sei que em histórias pequenas sou um fracasso! LOOL
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Re: Nada a Perder, by Samuel

em Seg Nov 04, 2013 12:14 pm
Pois, eu percebo que ele, com medo de ultrapassar o limite, tenha pecado por defeito e rematado.

Eu sei que é muito fácil criticar o trabalho dos outros. Vemos sempre defeitos que não vemos no nosso trabalho (pois se víssemos não os deixávamos  lá!). Mas para isso, lá estão os outros. Por isso é que as críticas são sempre boas e ajudam em próximas oportunidades. Uns vêem os defeitos dos outros, os outros vêem os deles e assim as pessoas vão melhorando Smile

Eu já escrevi uma vez um conto que mandei para o Lud, mas eu própria não estava contente com ele, precisamente porque, pelo limite de páginas, também deixei as coisas ficarem no ar, com aspecto de leviandade e superficialidade... Ele e o Eduardo (que foi quem também me tinha pedido o conto) devem ter achado tão mau que nem sequer feedback me deram...lol... Nunca mais soube o que foi feito desse conto e, como entretanto apanhei um vírus e tive que formatar o computador, o conto foi por água abaixo e não o tenho. Apesar de o achar muito fraquinho, gostava de ter ficado com ele para recordação Smile... Assim, perdi-o... Paciência... Mas nunca mais pensei em escrever mais nada porque sei que em histórias pequenas sou um fracasso! LOOL

Sim, browns, mas se fosse muito grande, depois levava várias semanas e ia tirar a oportunidade ou atrasar muito trabalhos de outros participantes em lista de espera Smile
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Re: Nada a Perder, by Samuel

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