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Re: Sexto Sentido por Samuel

em Sex Maio 03, 2013 12:15 am
Acabei agora de ler, finalmente, a história do Samuel. Ainda não li comentários, para não sofrer influências, nem negativas, nem positivas. Só me fica a faltar ler a história da Magy... A ver se consigo lê-la antes de Sábado, para ficar em dia. A minha vida tem andado complicada e não tenho tempo nem cabeça para ler mais depressa... Mas adiante...

Já disse ao Samuel que a escrita dele me faz lembrar o escritor Tiago Rebelo. Não sei porquê. Até pode não ter muito a ver, mas eu acho que há ali qualquer coisa de semelhante Smile.

Gosto muito da forma como o Samuel escreve. Tem uma forma de escrever envolvente. Sentida.

No entanto, a história é um bocado confusa, na minha opinião. Todos os escritores têm as suas características que não mudam facilmente. Recordo-me que n' "A Lágrima" eles viajavam entre Viseu e Beja como eu vou ali a Albufeira (para aí a 30 km daqui ) Laughing Laughing ... Agora aqui, por muito perto que sejam a igreja, a praia e a casa dos pais também me parece muito rápido. São características Smile .

Mas é assim? ele matou o irmão? Mas foi acidente, não? É porque ele diz "Não te mato agora aqui porque..." Mas depois percebemos que ele o matou porque o narrador diz "O agora único filho de Alexandra"... Mas nesse caso, a polícia chega e não o prende? Aliás, mesmo que ele estivesse apenas ferido, tendo confessado À polícia que tinha sido ele, pois disse "Ele teve aquilo que merecia" ou uma coisa assim, teria sido detido na mesma...

A carta da Inês é confusa... De início dá a ideia de que ela se vai suicidar, mas depois, numa passagem da carta, podemos ler "nesta nova fase da minha vida", como quem tem a ideia de partir para longe e iniciar uma vida longe dali...

Há ainda confusão na parte da mãe aparecer ali na praia, dizer que esteve a ver numa rocha e ele ir precisamente para essa rocha onde a mãe esteve, quando deve haver outras rochas na praia...

A história em si não me cativou muito, mas a forma como está escrita compensa Smile
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Re: Sexto Sentido por Samuel

em Dom Maio 05, 2013 12:46 pm
Obrigado por teres lido, São.

Em relação ao 'Brilho da Lágrima', eles não iam de Viseu a Beja. Creio que era mais perto. Mas mesmo que assim fosse, notava-se a passagem do tempo, o autocarro que iam apanhar e tudo o resto, que faz parte da viagem. Não creio que fosse algo repentino e sem sentido, como quem vai de Lisboa a Cascais. Smile

Já no que toca às 'rochas', não são rochas, mas sim arribas. Há duas na praia, uma de cada lado. Eles estavam muito perto de uma e o Bernardo subiu a essa mesma, na esperança de ver o que viu a mãe quando lá esteve.
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